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em Qui Jan 04, 2018 1:42 pm
Ano 2950 da Terceira Era.

9 anos após a Batalha dos Cinco Exércitos, a derrota do dragão Smaug e Sauron ter sido expulso de Dol Guldur pelo Conselho Branco.
Gandalf está fazendo pesquisas sobre o paradeiro do Um Anel, para descobrir uma forma de acabar com Sauron de uma vez por todas. Saruman também se ocupa com algo similar.

Os homens de Gondor ficaram mal acostumados com os séculos de paz, e foram se tornando pouco vigilantes em relação aos perigos de Mordor. Os Rangers do Portão Negro reportaram movimentações de Orcs mais frequentes do que o normal...



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A não tão breve e não tão feliz história de Oberon - o Armador

em Seg Jan 29, 2018 2:07 pm
O Relato a seguir se passa com mais de um narrador e as datas envolvidas estão mais ou menos precisas.

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Gandalf falando a Thranduil (2942) - Alguns anos após o reestabelecimento e Erebor & Valle.
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Acredito que o senhor não sabe dessa história, Oberon - o Armador, afinal o senhor tem sua mente ocupada apenas para as coisas realmente sérias, as realmente boas ou as realmente ruins e este jovem a primeira vista não é nem grandioso, nem bom e nem ruim.

Sua família vende Vinhos a vossa majestade a gerações, ele não é dos que falam muito apesar de falar muito bem, acredite no fundo isso é bom e eu não apenas ouvi sua história como também participei dela em alguns momentos.

O ano é 2930, já havia um tempo que eu circulava nos Ermos do Sul, procurando saber mais sobre Dol Guldur, procurava saber mais dos homens daquela região, na época descobri que  estavam sendo aliciados por alguém ruim como foram alguns dos que vivem em Rhun. Naquela ocasião eu havia ido a maior das Aldeias da Terra Parda, negociar com o chefe, Woulf era seu nome .... negociar um acordo para dar fim as animosidades com Rorhan a pedido do Rei Fengel, na esperança de alinhar os interesses dos Terrapardences aos  interesses  do Oeste.

Em meio as conversas, o Chefe Woulf havia me falado de um fantasma que vivia na região e eu me prontifiquei a dar fim ao fantasma. Então, eu com alguns homens de minha confiança fui investigar.

Após muito custo capturamos um jovem de 12 anos que vivia de pequenos furtos e que me contou sua história, o jovem era Oberon.

Na ocasião, ele disse que era filho de um armador da Cidade do Lago, Obérion, seu pai trabalhava em sociedade com Bardon (por sinal pai do Rei Bard de Valle), faziam o transporte de mercadorias entre as cidades do Lago e a Baía de Rhun, em virtude de terem família, nem sempre eles viajavam juntos, quando isso ocorria eram levados os filhos mais velhos de cada um. Ocorreu que em 2928, Obérion foi saqueado por bandidos, esses bandidos os levaram através dos ermos do sul, como escravos.

Numa certa noite, Obérion tramou para que seu filho escapasse, infelizmente ao custo de sua vida. O jovem foi avançando pouco a pouco na terra parda, sempre tentando voltar para casa para contar o que ocorreu, alertar as pessoas e voltar para sua família.

Em sua odisseia  o jovem Oberon vagou pela terra parda, vivendo como um proscrito, aprendeu a tirar seu sustento da Terra e de outros homens, temendo ser levado novamente como escravo fez poucos amigos preferindo evitar aparecer.

Isso tudo mostra suas habilidades, ele até parece ter facilidade com idiomas, em menos de 2 anos conseguia identificar muito do dialeto da terra parda, e sabe alguma coisa do dialeto dos homens de Rhun, algo deveras impressionante.

Eu o recolhi aos meus cuidados e nada disse ao chefe, apenas contei que fiz alguns dos meus truques para afugentar o fantasma, algo me dizia que devia proteger o jovem e assim o fiz. Além do mais a solução foi boa para todos, garanti ao chefe que a aldeia não seria mais importunado por espíritos e em sua satisfação ele prometeu trégua a Rohan, está o que durou até ele ser sucedido e os sonhos de grandeza do novo líder colocarem tudo por água abaixo... enfim Oberon...

Tratei de trazê-lo para cidade do Lago, e após algum tempo ele retomou a navegação, trabalhando com Bardon e ajudava sua mãe, Bardon o adotou como filho, e é por isso que o Rei Bard o trata por irmão.

Adulto casou-se e assim como seu pai e o pai de Bard esses dois dividiram o trabalho de armador, e ambos continuaram a vender vinho para sua corte Rei Thranduil.

Não é exatamente extraordinário o fato de existir tráfico de escravos em Rhun, é admirável que se dirigi aos ermos ou invés do mar de Rhun, isso me preocupa pois sabemos que escravos podem servir para muitas coisas para os servos das sombras, alimento, mão de obra e matéria prima para orcs.

A história do homem não para por ai, ano passado ele perdeu a esposa e o filho pequeno no ataque de Smaulg,  feliz ou infelizmente para ele, Oberon estava  muito longe, em seu barco,  quando a cidade ardeu e sua família se foi.

Voltou para casa com tudo em ruínas e mesmo muito abalado, não mediu esforços para ajudar na reconstrução da cidade do Lago, de Valle e de Erebor.

Em entrevista ele me confessou que não é feliz com a vida na corte do Bard,  e me contou acreditar que apenas ao dar o melhor de si, Eru Iluvatar poderá lhe fazer o favor de rever a família quando sua hora chegar e ele nada mais puder fazer.

Precisaremos de um homem com essas capacidades, esse espírito e por isso tenho um pedido ao senhor Rei Thranduil, eu gostaria que o senhor o colocasse em treinamento para no futuro podermos usar um homem que tenha as capacidades de combate próximas a de um Elfo. É alguém que poderia se infiltrar nas fileiras inimigas.

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Bard falando a Gandalf, quando o Mago vai procurar Oberon (2942)
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Meu amigo Gandalf, como falamos outro dia meu irmão Oberon anda muito inquieto, parece procurar os trabalhos mais duros a fazer, já a meses ele está auxiliando comitivas de Anões que estão em Trânsito entre Erebor e as Colinas de Ferro, mas acredito que se voltar sadio da expedição não fará oposição em sair em missão tão importante a seu pedido.

A ultima notícia que tive dele veio de Erebor, saiba que o esperto tinha interesse em cnhecer a língua secreta dos anões, para satisfazer sua curiosidade os senhores se dignaram a ensinar órquico, falando que seria mais útil saber o que o inimigo fala do que bisbilhotar a conversa privada dos amigos e empregadores.

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Thranduil falando a  Tir-Faur-Fuin (2942)
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Chame seu melhor instrutor de arquearia, esse Mago geralmente só se interessa por questões BOAS e IMPORTANTES, e apesar de eu não ver claramente nenhumas dessas características no homem, ele também não parece ruim ou simplório.

Acredita que ele se apresentou em Sindarim...fala melhor que alguns de nossa raça.

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Gandalf falando a Oberon (2947) - Já na Corte do rei Bard.
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Preciso que você se infiltre nos grupos de bandidos de Rhun, o tráfico de escravos foi intensificado naquela região e só um homem médio (como você) pode descobrir o que precisa ser descoberto. Acredito que essa missão seja longa, tente me encontrar nos vinhedos de Titânia em Dorwinion ela é de confiança, vamos fazer isso na época da festa da colheita para levantar o mínimo de suspeitas, ela ocorre bianualmente. Se algo de ruim ocorrer retorne para Valle e me chame.

Vá sem demora e não use seu nome verdadeiro, apresente-se como Sr. Runningriver, apresente-se a Titânia em Dorwinion e peça mais instruções.

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Titânia  falando a  Oberon  (2947)
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Em uma noite do ultimo verão sonhei que Gandalf me traria a solução de alguns problemas e a semente de outros tantos, ainda não entendo se você pertence a solução ou a origem de problemas, mas como o Mago só se incomoda por  questões BOAS e IMPORTANTES devo ajuda-lo independente de minhas dúvidas.

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Oberon  fala a Gandalf (2949) - Em meio ao festival os aliados falam sem levantar suspeita!
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.....♬ ......♪ ...... .....  ♬
..... ...... ...... ..... ♬
♪..... ...... ...... ..... Claro que sim....♪
..... ...... .♬..... .....
..... ...... ...... .....
..... ♬...... ...... .....♪
..... ......♪ ...... ..... Isso mesmo senhor Mago ... ...♪
.... Sério que o Senhor e a Titâ ♬.....♬

Cool

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Oberon fala ao Rei Bard (2950)
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Meu irmão e meu rei passei os últimos 3 meses em Rhun me escondendo, descobri diversas coisas, entre elas que a prática escravagista é praticada pela mesma família a muito tempo, certamente foram eles que levaram a mim e meu pai no passado.

O líder atual, Duriel, filho daquele que era o líder na época em que fui escravo, afirmou que atualmente há algo grande ocorrendo em Mordor, pois os de lá tem requisitado muitos escravos.

Gandalf sempre me orientou a guardar sigilo, mas ele precisa ser alertado, por favor mande uma mensagem ao rei Dáin para que os Anões possam alertar o Mago de que o senhor Rei Bard precisa falar com ele e peço permissão para eu mesmo ir a corte de Thranduil para fazer o mesmo.

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Oberon chega a presença de Thranduil (2950)
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Senhor Rei receio que exista um grande problema ao sul de seu reino, e se for de vosso interesse estou disposto a honrar meu juramento.
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Dîm-Farothraug

em Ter Jan 30, 2018 9:51 am
Ano 2941 da Terceira Era do Sol. Após a Batalha dos Cinco Exércitos, os reinos dos povos livres do norte ainda mantém a vigia milenar sobre as criaturas malignas que vivem na Floresta das Trevas e em seu entorno. Mesmo com grandes perdas, os orcs de Gundabad ainda trazem ameaças a partir do norte das Montanhas Sombrias e o Passo Alto não é um caminho seguro.

Onde esse caminho para Imladris encontra a Floresta das Trevas, Thranduil, o Rei Elfo, determinou uma posto de observação permanente, sob a responsabilidade do Vigia da Floresta, Tir-Taur-Fuin. O grupo liderado por esse capitão tem combatido as criaturas malignas de Gundabad há séculos e, embora resista às investidas dos orcs, tem pouco sucesso em neutralizá-las definitivamente. Poucos se arriscam em perseguir os campeões orcs por montanhas e cavernas, exceto uma figura sombria muito evitada mesmo entre os elfos da floresta, Dîm-Farothraug, o Silencioso Caçador de Demônios.

Filho de Beleg Cúthalion, grande guerreiro e caçador, Dîm-Faroth, como se apresenta, lutou ao lado do pai e participou da Grande Caçada a Carchaoth, o Cão de Morgorth que engoliu a mão de Beren enquanto ela sustentava uma Silmaril arrancada da coroa do Inimigo. Também junto com o pai, protegeu e acompanhou Túrin no avanço deles contra Morgoth. Pouco depois do resgate de Gwindor, ele testemunhou a morte acidental de Beleg, causada pelo amigo homem. O próprio Dîm-Faroth entregou a espada negra Anglachel a Túrin, sem conhecer o mal que ela carregava. Por esse feito, ele sente grande ressentimento, acreditando ter contribuído para a maldição dos filhos de Húrin.

De volta a Doriath, lutou ao lado de Malbung e depois, serviu fielmente a Dior. Após a segunda chacina de elfos por elfos e de Elwing se atirar ao mar com a Silmaril no peito, ele aceitou a liderança de Celeborn, porém, não seguiu Gil-Galad em momento algum.

Na Segunda Era, alheio à expansão dos reinos dos homens, o filho de Beleg se tornou um errante solitário e vagou pela Terra Média enfrentando campeões inimigos que perseguia e encurralava. Agia como um fantasma e seus feitos não eram conhecidos ou testemunhados, assim como seus movimentos. Nesse período de isolamento, tentou resolver suas aflições sobre as guerras entre os elfos, sufocando seu ódio pelos Alto Elfos que condenaram toda a raça.

Apenas após a queda de Númeror ele voltou a andar entre seu povo e acompanhou Oropher na Última Aliança. Desde então jurou fidelidade a seu filho, Thandruil, o Rei Elfo, mas não o seguiu logo para a Grande Floresta Verde. Com a derrota de Sauron, Mordor foi vigiada pelos homens e Dîm-Faroth percorreu as Montanhas Cinzentas, enfrentando os demônios sobreviventes do inimigo enquanto seus aliados mantinham a vigia.

Ele participou dessa vigia por cerca de mil anos, até que uma força maligna se expandiu e moldou a Floresta das Trevas. O Caçador foi convocado pelo Rei Elfo, mas quando retornou, encontrou a floresta condenada, e as forças inimigas no norte não paravam de crescer. O Rei Bruxo se apresentava como o grande mal encarnado e a sombra de Angmar logo se tornou opressiva sobre toda a Terra Média.

Os Reinos Orcs de Gundabad e Monte Gram prosperaram enquanto os elfos e homens da floresta enfraqueciam. Tir-Taur-Fuin organizou a principal defesa contra os orcs, somando a importante experiência de Dîm-Faroth nas Montanhas Cinzentas ao norte de Mordor à sua capacidade tática. Por pelo menos três séculos, a passagem foi bem vigiada e os elfos eram capazes de desafiar as terríveis hordas das sombras na borda oeste da floresta. Porém, com a Grande Praga e o fim à vigia sobre Mordor, novamente o Reino da Floresta foi reduzido e a Floresta das Trevas quase sucumbiu à dominação dos senhores malignos e de seus servos tenebrosos.

Nos anos seguintes, grandes acontecimentos moldaram a Terra Média e seu destino: pouco após a derrota do Rei Bruxo e da destruição de Angmar, outro grande mal despertou no reino anão de Khazad-dûm. Duas décadas depois, os Nazgûl atacam os Minas Ithil seguido do crescimento do poder do mal em Dol Guldur. Orientados pelo Mago Cinzento, há uma nova vigia sobre os domínios do mal e a paz se sustenta por quatro séculos, apesar das grandes demonstrações de força dos inimigos. Nesse período, o Caçador retorna a Mordor, reforçando as guardas dos homens sobre o reino escuro.

Quando os Easterlings lançam um ataque poderoso sobre Rhovanion, o reino não se sustenta. Gondor e Rohan formam uma aliança mas os ataques aos reinos dos homens e dos elfos se mantém por centenas de anos. Pouco depois do Mago Branco se instalar em Isengard, um terrível dragão, captura Erebor. A tensão dos anões contamina todo o norte e, após a morte do rei Thór, não demora a eclodir a guerra entre anões e orcs. Isso marca o retorno do filho de Beleg à seu posto junto às Montanhas Sombrias.

Uma comitiva de anões entra secretamente no Reino da Floresta, vinda do Passo Alto e é capturada. Entre eles, Thórin Escudo de Carvalho, o rei sem reino. Não se sabe como eles conseguiram escapar mas, pouco depois, houve grande confronto em Dol Guldur e Smaug atacou Esgaroth, mas foi morto pelo homem que se tornou rei.

Após os acontecimentos do ano 2941 da Terceira Era do Sol, a atenção de Thranduil fica dividida entre os perigos da Floresta das Trevas e crescentes ameaças na região de Mordor, com notícias trazdias por seus aliados. Recentemente, Dîm-Faroth foi enviado pelo rei para percorrer os antigos caminhos pelas Montanhas Cinzentas e avaliar a força da presença do inimigo. Em seu último retorno, o Caçador revelou que as atividades em torno do reino escuro estão bastante intensas e Gondor não parece capaz de oferecer resistência suficiente a uma investida dos exércitos escuros.
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